domingo, 18 de outubro de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
O Blog Virtual busca resgatar a
história da comunidade onde está inserida a minha escola parceira. O projeto
tem por objetivo, mostrar a importância de se conhecer a história que possui
essa comunidade, para o amplo desenvolvimento dos educandos. Saber que existe
toda uma trajetória de vida que antecedeu a eles se torna inevitável para que
consigam se localizar no tempo e no espaço e assim relacionar sua própria
história de vida, criando uma relação de pertencimento junto à sua comunidade.
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Mapa de uma parte da comunidade parceira.
O entorno da escola parceira
Escola Parceira; Jovino Ferreira Fiuza
Escola Parceira; Jovino Ferreira Fiuza
Casa de pedra
Restaurante do Cledson
Salão da comunidade
Agrepecuária
Ginásio esportivo
Vídeo da vó Clementina Zuckio Fiuza
www.youtube.com/watch?v=hAaCXm4Y_zk
Mais um pouco sobre a história
e educação da minha Escola Parceira Jovino Ferreira Fiuza.
Dona Clementina Zuckio Fiuza
hoje com 88 anos, fala com orgulho de um premio ganho, por ser a melhor aluna no
ano de 1936.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de junho de 2015
CULTURA QUILOMBOLA:
CULTURA QUILOMBOLA:
VÍDEO REALIZADO NA COMUNIDADE QUILOMBOLA
Durante o 2º Semestre do CURSO de Licenciatura
em Educação do Campo, realizamos uma pesquisa a posteriormente, elaboramos um
vídeo sobre um "Objeto Estranho", ou seja, um objeto e a relação das
pessoas e o mesmo.
Segue, link do vídeo do trabalho de Daniele
Centa e Nelci Fiuza. O objeto em questão é o "pilão" presente na
Comunidade Quilombola Linha Fão/Sítio Novo - Arroio do Tigre/RS.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Seu Vivaldino Cunha
UMA HISTÓRIA DE VIDA
Seu Vivaldino Cunha com
lágrimas nos olhos conta sua história de vida inicia dizendo não era como
hoje, era muito diferente era muito difícil era muito pequeno quando sua
mãe ficou viúva com sete filhos pequenos para criar tinham que trabalhar de
pião para ter o que comer, não ganhavam quase nada, um dia de serviço valia um
quilo de banha. Estudava quem tinha dinheiro para pagar os professores que
davam aula em uma casa de família que tinha uma vida melhor, aprendeu escrever
o nome na escola da vida disse ele.
Quando tinha treze anos pegou o mundo rumo a
Colônia Nova se referindo a Chapecó/SC, como não havia transporte foi à cavalo
numa viagem que durou sete dias, dormia na beira do caminho em cima dos
pelegos, trabalhou na casa de colonos e o que ganhava dava só para comprar umas
roupinhas e calçados, assim se passou doze anos sem ver a família, a saudade
era tanta que resolveu voltar a passeio e acabou ficando pois sua mãe estava
muito doente necessitando de cuidados.
Contou que a localidade
recebeu o nome de Sítio por ter todas as divisas cercadas por águas e quando
dava enchentes não tinha como sair daqui, não era fácil, pois tudo era muito
distante e não havia comunicação, arrumou uma namorada e em três meses estavam
casados, sua primeira morada foi na terra de seu sogro, fez uma casa de capim e
o chão era batido, trabalhou muito para comprar seu pedacinho de chão a
prestação cada ano dava um pouco, o tempo foi passando os filhos crescendo e a
comunidade também já havia uma escola para as crianças estudar, devido a
distancia foi dividido em três novas localidades, então denominadas como Sítio
Alto, Sítio Baixo e Sítio Novo, os filhos foram casando um a um e indo para a
cidade em busca de emprego, pois o que ele podia dar a eles era a festa do
casamento.
Hoje Seu Vivaldino está viúvo
com oitenta e três anos de idade morando com uma filha, tem orgulho de contar
sua história de vida e diz que teve uma vida simples, mas sempre foi muito
feliz, para ele cada visita que recebe hoje em sua casa é como um remédio,
recebe a todos com muita alegria, mesmo com suas limitações devido a idade. Com
todo seu carisma e simplicidade Seu Vivaldino conquistou o carinho e respeito
de todos da comunidade local.
Fonte: Relato
de Vivaldino Cunha, morador da localidade de Sitio Alto, interior de Arroio do
Tigre/RS.
A Educação de ontem e hoje
COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO ONTEM E
HOJE
A
Comunicação e a Educação vêm evoluindo juntamente com o crescimento da comunidade,
trazendo consigo muitas histórias a ser resgatada para não ficar no
esquecimento. Conforme entrevista com Dona Luísa Schneider Fiuza de 68 anos de
idade, professora aposentada, sempre ajudando na comunidade desde seus 15 anos,
aceitou de contar um pouco dessa história da nossa comunidade. Dona Luísa
relatou que iniciou sua carreira de professora aos 15 anos com somente a 5ª
série como ajudante de seu pai que é o patrono da EMEF Jovino Ferreira Fiuza,
portanto nossa Escola trás o nome do primeiro professor da localidade.
Inicialmente no ano de 1928 as aulas eram realizadas em casas de pais de alunos
em uma sala de visita que chamavam naquele tempo, os alunos se acomodavam como
podiam, os professores eram pago pelos pais. O material usado era uma lousa e
um tinteiro que após era apagado, Com o passar do tempo foi construído uma
capela onde se deu continuação da Educação. Por volta de 1960 foi construída a
primeira escola chamada de Brisoletas em homenagem ao governador do Estado.
Então começou a virem algumas matérias, foram contratados mais professores que
vinham de Soledade, pois a nossa localidade pertencia a aquele município até
1963 onde passaram fazer parte de Arroio do Tigre com sua municipalização, os
professores se estalavam na casa de pais de alunos passaram a receber o seu
salário pago pelo município. A comunicação era muito difícil naquela época era
tudo por meio de muito diálogo passado no caderno conforme a habilidade do
aluno tendo que estudar em casa e cobrado no dia seguinte senão recebiam
castigo de alguns professores, pois existia a lei do castigo. O tempo foi
passando e tudo se modernizando Veio a luz elétrica e com ela a comunicação foi
melhorando cada vez mais. Naquela época era normal o professor se diretor,
secretária, merendeira, faxineira e tendo se deslocar vários quilômetros a
cavalo, charretes ou a pé mesmo sem se importaram, com as dificuldades de
locomoção, pois era normal trabalhavam de forma prazerosa. Relatou que as
crianças eram educadas inteligentes e gostavam de aprender, os pais ajudavam os
filhos como podiam, pois não tiveram oportunidade de aprender adquiriram
conhecimento com a vida.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Comunidade Sítio 5º Distrito
COM O TEMPO O MUNICÍPIO FOI DIVIDIDO EM DISTRITOS:
Um pouco da história do 5º Distrito, comunidade de Sítio que abrange três comunidades: Sítio Alto, Sítio Baixo e Sitio Novo, segundo relatos de moradores da comunidade recebeu o nome de Sítio por ser uma área sitiada por água.
Inicio da história do mUnIcipio de A.T
Colégio Sagrado coração de Jesus

Inauguração do colégio das Irmãs em 1962
quinta-feira, 4 de junho de 2015
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